Isaac e Abel

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terça-feira, 21 de outubro de 2008

Exercício Físico

Apesar do tempo ainda quente, já acabou a altura dos fatos de banho, dietas e exercícios intensivos para manter a boa forma. Mas a boa forma não se consegue num, ou mesmo dois meses antes de ir para a praia, a boa forma e o corpo saudável conseguem-se fazendo exercício o ano todo. Sim, mesmo quando faz frio, vento e chuva, mesmo quando não apetece. O nosso corpo precisa de ser estimulado, quando menos fazemos menos queremos fazer, por isso o exercício físico é algo muito importante que deve fazer parte da vida de todos nós.

Existem inúmeros ginásios espalhados por todo o lado, com as mais diversas actividades e modalidades de pagamento. Às vezes o difícil torna-se mesmo é escolher. Aproveite agora que existem ginásios a fazerem promoções e tome a decisão de fazer exercício. Os ginásios podem ser um pouco caros, principalmente na primeira mensalidade, mas têm a vantagem de poder ir à hora que lhe der mais jeito, ficar o tempo que quiser e ir os dias que bem entender, o que é óptimo para quem trabalha por turnos.

Se prefere alguma coisa mais barata, pode inscrever-se só numa modalidade, e não precisa de ser num ginásio, pode ser num poli desportivo, ou então faça você mesmo o seu plano de exercício com caminhadas, corridas ou passeios de bicicleta. Mas estas actividades ao ar livre tornam-se complicadas no Inverno. Se tiver espaço e puder comprar pode sempre optar por uma bicicleta fixa, ou uma passadeira.

Mas defina um mínimo de vezes por semana e um grau de dificuldade. Se tiver dúvidas, ou se se sentir mal durante o exercício físico consulte sempre um médico ou um técnico especializado que lhe faça um check up e o aconselhe em exercícios.

A Crise

Todos os dias ouvimos falar do mesmo: "A Crise".

Todos os dias as coisas parecem ficar mais complicadas.

Todos os dias os portugueses ficam mais desgostosos e desanimados.

A crise é um problema que está presente a nível mundial, mas não significa que não tenha solução. Pode ser complicada e demorar muito tempo a resolver mas não é motivo para pânico.
Fala-se demasiado, por parte de políticos, economistas, gestores, etc, do que é a crise e o que está a afectar, contudo seria necessário que essas mesmas pessoas, em vez de estarem sempre a dizer que as coisas estão muito mal e muito difíceis para todos, nos dessem medidas para suportar e ultrapassar esta mesma crise. Existem muitas famílias para as quais seria muito útil umas lições sobre como organizar o orçamento familiar e controlar as despesas, ou o que fazer para poupar nas despesas fixas e conseguir poupar dinheiro.
Grande parte da crise nacional está na "cabeça dos portugueses". As pessoas têm tendência para exagerar, então quando se trata de más notícias os portugueses são peritos em exagerar e complicar ainda mais as coisas. É verdade que a crise existe, mas as coisas ficam mais complicadas porque os portugueses deixam de comprar coisas quando ouvem falar da crise, mesmo que mantenham o mesmo poder de compra. Ficam com a ideia de "coitadinhos" e de que vão deixar de comprar tudo aquilo que gostam, e que se calhar o dinheiro já nem vai chegar ao final do mês para comprar comida. O caso não é assim tão grave, pelo menos para a maioria. As pessoas podem e devem continuar a comprar aquilo que querem e precisam, mas de forma mais consciente e controlada, devem pensar muito bem antes de comprarem seja o que for e evitar ao máximo os créditos e empréstimos. Porque se os portugueses não gastam, as empresas não têm dinheiro, se as empresas não têm dinheiro, não conseguem pagar aos trabalhadores, o desemprego então aumenta e aí é que as pessoas ficam mesmo sem emprego e as coisas tornam-se mesmo complicadas.

Os portugueses continuam a ter poder de compra, podem continuar a gastar e a usufruir do seu dinheiro, mas para isso têm de aprender a gastar. Desde o tempo dos Reis que os portugueses gostavam de esbanjar dinheiro, e isso ainda se mantém. Os portugueses esbanjam dinheiro quando não devem e depois dizem que há crise, o que há é falta de educação a nível financeiro, e as pessoas andam a aprender às próprias custas como controlar os seus orçamentos. Quando haviam de haver medidas e campanhas que incentivassem e ensinassem as pessoas a controlar de reduzir os seus custos.

Falar só da crise não ajuda em nada, ajuda sim quando não só a conhecemos como a sabemos enfrentar e os portugueses não estão preparados para enfrentar a crise. Falta motivação, força de vontade e compensações para que todos nós nos sintamos com vontade de seguir em frente e enfrentar os problemas.

Por isso, a todos os portugueses fica a mensagem de que somos um povo valoroso que teve, tem e pode continuar a ter um impacto a nível mundial, marcando pela diferença e dedicação em superar os obstáculos e transformá-los em vitórias. Porque juntos conseguimos o melhor.