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quinta-feira, 28 de agosto de 2008

Um amigo verdadeiro

Aqui vai uma história, não da minha autoria, mas não deixa de ser bonita.


"Sempre que Rogério sai de casa, esquece-se de alguma coisa. Quando se lembra, já é tarde demais.
E o que é que Rogério faz? Absolutamente nada. Só pensa: "Ainda bem que tenho o João".
O João é o seu melhor amigo, um amigo a sério, um amigo com quem se pode contar.
O Rogério sabe muito bem o que é um amigo com quem se pode contar. Sempre que ele se esquece de alguma coisa, é o João que o livra de apuros. O Rogério vai para a escola sem sapatilhas.
– Logo vi que ias esquecer-te! – diz o João, tirando um par de meias grossas do saco de ginástica, que entrega ao Rogério.
O Rogério chega ao parque sem bola.
– Logo vi que ias esquecer-te!
O João tem escondida atrás das costas a sua própria bola, que lhe estende.
O Rogério vai com o João à feira popular e não leva dinheiro na carteira.
– Logo vi que ias esquecer-te! – E como não se pode andar no carrocel sem pagar, o João tira uma moeda do bolso.
E é assim dia após dia: o Rogério esquece-se sempre de alguma coisa, o João, nunca… ou será que não?
Não. O João esquece-se sempre dos lápis de cera. Não adianta esforçar-se por fazer a pasta a tempo e horas. Quando chega a aula de desenho, o João não tem os lápis de cera na pasta.
O Rogério sabe que o João se esquece sempre deles, e por isso ele, Rogério, pode esquecer-se de tudo o que há no mundo, só não se esquece dos lápis de cera.
Estão na aula de desenho. O Rogério tira os seus lápis da pasta e põe-nos em cima da carteira. O João volta a ficar corado de vergonha porque deixou os lápis em casa, no quarto.
Então, o Rogério sorri e tira da pasta outra caixinha de lápis de cera, que pousa em cima da carteira do João.
– Logo vi que ias esquecer-te! – diz ele a sorrir. "


Lene Mayer-Skumanz (org.)
Hoffentlich bald
Wien, Herder Verlag, 1986
Texto adaptado

terça-feira, 12 de agosto de 2008

Estações Trocadas


O que aconteceu às nossas estações do ano? Já estão todas misturadas, o Inverno prolonga-se pela primavera toda, a Primavera vem na altura do Verão e o Verão quando aparece vai-se logo embora. O que aconteceu às noites quentes de Agosto e àquelas tardes soalheiras que se prolongavam até ao por do sol?

Para aumentar mais a confusão os saldos começam no início do verão, e quando metade dos portugueses ainda não foram de férias, já estão nas lojas as peças da colecção outono/inverno, ou seja, vamos gastar o subsídio de férias mas é a comprar agasalhos de inverno, porque os bikinis e os tops já estão no fim, e só ficam as peças mais feias e dos tamanhos maiores.

Para quem ainda não foi de férias... boa sorte, com o tempo.

terça-feira, 1 de julho de 2008

Frutas de Verão

Morangos, cerejas, pêssegos, alperces, ameixas, melancia...
Com o verão chegam todas estas frutas, com um aspecto muito apetitoso! Podia fazer uma lista das propriedades de cada uma destas frutas mas seria muito longa. Qualquer uma destas frutas tem várias qualidades, todas elas saudáveis, pelo que é importante inseri-las na nossa alimentação, além do mais são frutas só desta época, se não as comermos agora teremos de esperar pelo próximo ano!
Com o calor a fruta amadurece mais depressa, correndo mesmo o risco de apodrecer, por isso uma boa opção é guardar no frigorífico as que são mais sensíveis ao calor (morangos, cerejas, melancia, meloa...) e assim proporcionam uma forma saudável de nos refrescarmos!

Nesta altura devemos optar como snack as peças de frutas, pois, entre outras qualidades, são uma excelente fonte de hidratação e de equilíbrio para a nossa flora intestinal.

Com a chuva que houve fora de época, algumas frutas ficaram estragadas e os preços no mercado estão elevados, mas podemos sempre levar um pouquinho uma vez por outra, só para saciar o gostinho e escolhemos outras frutas mais baratas dentro da enorme variedade que temos nesta época!

Cuidados com o Verão

Com a chegada do verão e do sol mais forte nunca é demais lembrar alguns dos cuidados a ter durante esta estação, para que tudo corra nas melhores condições.
É importante beber muitos líquidos durante o dia, pois transpiramos muito mais, e não fiquem à espera de ter sede para ir beber água, quando temos sede é sinal que o nosso corpo já se encontra desidratado, por isso a solução é ir bebendo regularmente.

Não saiam de casa sem protector solar, ainda é das coisas que as pessoas mais ignoram, talvez pelo facto de que é chato, mas mesmo um simples passeio ao ar livre pode significar um escaldão no final do dia. O sol está cada vez mais forte e todo o cuidado é pouco, protejam todas as partes do corpo que a roupa não cobre quer seja na rua ou na praia. Com as crianças os cuidados têm de ser redobrados, não as devemos deixar sair à rua sem chapéu e evitar as horas de maior calor (11h-15h), o protector deve ser de um índice de protecção bastante elevado.

O verão é uma estação do ano muito bonita e alegre, mas se não tivermos os devidos cuidados pode-se revelar o oposto.

quinta-feira, 29 de maio de 2008

Ai que se vai a fruta toda...

Prestes a chegar ao mês de Junho, e quase a abrir a época balnear, é de estranhar porque é que as t-shirts ainda não sairam da gaveta e ainda não dá para calçar sapatos sem meias... A culpa é do céu que insiste em chorar e que não deixa o sol brilhar.

Anda a chover muito, ou melhor com muita frequência, e o sol espreita de vez em quando e delicia-nos com uns leves raios quentes que depressam se dissipam por entre o céu carregado de nuvens.

Gosto muito de chuva e sem dúvida que não conseguimos passar sem ela, mas esta chuva que insiste em ficar está a dar cabo das frutas de verão que tanto gostamos. Começando com as cerejas, que estão a apodrecer com esta chuva, e as que restam são poucas e pagas a preço de ouro.

Na minha modesta casinha, com vista para a serra e para o mar, tenho duas árvores: uma de diospiros e outra de maracujás. Poucas são as flores do diospiro que sobreviveram a esta chuva, e sem flores não vou ter frutos quando chegar ao Outono. O maracujá faz-se depressa, mas precisa de tempo para amadurecer, e já tenho muitos maracujás grandes, mas sem o sol para os tornar roxinhos, passa-se o verão e não como nenhum, já para não falar dos frutos mais pequenos que todos os dias caem da árvore. Pequenos maracujás que não puderam crescer mais e muitas outras flores que nunca chegaram a dar nenhum...

Oh chuva, já chega, deixa agora o sol brilhar e aquecer as terras molhadas, vem só de vez em quando, na altura em que os solos estão sedentos das tuas gotas.

A Natureza é curiosa...

segunda-feira, 19 de maio de 2008

As melhores empresas para se trabalhar

No site Great Place to Work, vem a lista das melhores empresas para se trabalhar em Portugal em 2008. Aqui temos a lista das 30 melhores:

1º. Microsoft
266 colaboradores
http://www.microsoft.pt/
indústrias: Tecnologias de Informação - Software propriedade: privada
2º. Cushman & Wakefiled
58 colaboradores
http://www.cushmanwakefield.com/
indústrias: Construção e Obras Públicas propriedade: privada
3º. Dynargie
34 colaboradores
http://www.dynargie.pt/
indústrias: Serviços - Recrutamento e Selecção propriedade: privada
4º. Liberty Seguros
408 colaboradores
http://www.libertyseguros.pt/
indústrias: Banca e Seguros - Seguros Gerais propriedade: privada
5º. Hewlett Packard Portugal
317 colaboradores
http://www.hp.pt/
indústrias: Tecnologias de Informação propriedade: privada
6º. BMW Group Portugal
75 colaboradores
http://www.bmw.pt/
indústrias: Comércio a Retalho - Especialidades propriedade: privada
7º. Diageo Portugal
78 colaboradores
http://www.diageo-portugal.pt/
indústrias: Transformação e Produção - Alimentação, Bebidas e Tabaco propriedade: privada
8º. Everis Portugal
115 colaboradores
http://www.everis.pt/
indústrias: Tecnologias de Informação - Consultoria de TI propriedade: privada
9º. IBIS /ACCOR
273 colaboradores
http://www.ibishotel.com/
indústrias: Hotelaria e Turismo propriedade: privada
10º. GMS Consultores de Gestão
81 colaboradores
http://www.gms.pt/
indústrias: Serviços - Consultoria de Gestão propriedade: privada
11º. Mars Portugal Incorporated
81 colaboradores
http://www.mars.com/
indústrias: Actividades Industriais propriedade: privada
12º. Xerox Portugal
180 colaboradores
http://www.xerox.pt/
indústrias: Tecnologias de Informação propriedade: privada
13º. SAS Portugal
67 colaboradores
http://www.sas.com/
indústrias: Tecnologias de Informação - Software propriedade: privada
14º. Bristol-Myers Squibb
179 colaboradores
http://www.bms.com/
indústrias: Saúde - Especialidades Médicas propriedade: privada
15º. Real Seguros/Real Vida Seguros
409 colaboradores
http://www.realseguros.pt/
indústrias: Banca e Seguros - Investimentos propriedade: privada
16º. Mondial Assistance Portugal
196 colaboradores
http://www.mondial-assistance.pt/
indústrias: Serviços propriedade: privada
17º. Accenture
1054 colaboradores
http://www.accenture.com/
indústrias: Serviços - Consultoria/Consultoria-actuarial/Avaliação de risco propriedade: privada
18º. Mapfre Seguros
331 colaboradores
http://www.mapfre.pt/
indústrias: Banca e Seguros propriedade: privada
19º. RE/MAX Portugal
1621 colaboradores
http://www.remax.pt/
indústrias: Construção e Obras Públicas propriedade: privada
20º. PT CONTACT (Castelo Branco)
250 colaboradores
http://www.ptcontact.pt/
indústrias: Telecomunicações propriedade: privada
21º. Bacardi-Martini Portugal
103 colaboradores
http://www.bacardilimited.com/
indústrias: Transformação e Produção - Alimentação, Bebidas e Tabaco propriedade: privada
22º. Medtronic Portugal
55 colaboradores
http://www.medtronic.pt/
indústrias: Comércio a Retalho - Especialidades propriedade: privada
23º. Deloitte
1582 colaboradores
http://www.deloitte.pt/
indústrias: Serviços - Consultoria de Gestão propriedade: privada
24º. Pricewaterhousecoopers
632 colaboradores
http://www.pwc.pt/
indústrias: Serviços propriedade: privada
25º. Martifer
1390 colaboradores
http://www.martifer.pt/
indústrias: Transformação e Produção - Materiais Metálicos propriedade: privada
26º. Primedrinks
90 colaboradores
http://www.primedrinks.pt/
indústrias: Transformação e Produção - Alimentação, Bebidas e Tabaco propriedade: privada
27º. Ativism
105 colaboradores
http://www.ativism.pt/
indústrias: Serviços propriedade: privada
28º. José Júlio Jordão
202 colaboradores
http://www.jordao.com/
indústrias: Transformação e Produção - Maquinaria e Equipamentos propriedade: privada
29º. Schenker Transitários
206 colaboradores
http://www.schenker.pt/
indústrias: Transportes - Transportes e Armazenamento propriedade: privada
30º. Sistemas McDonald's Portugal
1260 colaboradores
http://www.mcdonalds.pt/
indústrias: Hotelaria e Turismo - Restauração propriedade: privada

Mais informações em: http://www.greatplacetowork.com/

O Alquimista

O Alquimista.


Um livro que já muito ouvi falar, mas que nunca tinha tido oportunidade de o ler. E gostei.

Tantas vezes que estamos preocupados com os nossos empregos, casas, famílias, férias e acabamos por esquecer o nosso verdadeiro propósito de vida, o nosso maior sonho, aquilo pelo qual vale a pena lutar. O rapaz da história lutou pelo seu tesouro, teve que abdicar da sua terra natal e de tudo o que possuía para seguir esse sonho, pelo caminho foi maltratado, espancado e quase morto. Toda essa caminhada valeu-lhe a pena, mesmo que não conseguisse encontrar o seu tesouro, porque conheceu pessoas que o ensinaram e o ajudaram a lutar e alcançar os seus objectivos e ainda conheceu o amor da sua vida. No final percebeu que o seu tesouro estava onde sempre tinha estado o seu coração. O mesmo acontece com todos nós: onde estiver o nosso coração, aí estará o nosso tesouro. Mas a caminhada é fundamental para conseguirmos alcançar o nosso tesouro, ao princípio é fácil e entusiasmante, mas depois começa a ficar mais difícil e complicada. Um tesouro é sempre muito precioso. Mas só se dá valor às coisas pelas quais se luta, e quanto maior é a luta melhor sabe a recompensa, e mais se vai valorizar o tesouro. O Alquimista foi alguém que ensinou um simples rapaz pastor a seguir o seu coração e a interpretar os sinais que a vida lhe ia mostrando, para alcançar a sua Lenda Pessoal. O rapaz conseguiu o Alquimista também. E você? Está a lutar pela sua Lenda Pessoal?

quarta-feira, 7 de maio de 2008

O melhor país para se viver

A Islândia é considerado o melhor país para se viver.

O estudo é feito tendo em conta vários dados, como taxa de desemprego, índice de alfabetização, esperança média de vida, rendimento per capita etc.

Entre 177 países Portugal aparece em 29º. Durante seis anos a Noruega ocupou o 1º lugar da tabela.

Por outro lado o pior país para se viver é a Serra Leoa.

Mais informações em: http://diario.iol.pt/noticia.html?id=885341&div_id=4071



quarta-feira, 30 de abril de 2008

Lições a Aprender

As aparências enganam


Era uma vez uma menina muito pobre, mas muito sonhadora. Todos os dias sonhava que era uma linda princesa e que vivia num grande e belo palácio. Naquele dia, foi à floresta apanhar lenha, e no caminho encontrou uma velhinha que a cumprimentou.
- Olá menina, o que é que andas a fazer sozinha na floresta, e ainda por cima descalça?
A menina, envergonhada respondeu:
- Vim apanhar lenha para a minha mãe, e estou descalça porque nós somos muitos pobres e a minha mãe não tem dinheiro para me comprar sapatos novos. Como eu cresci, os sapatos que tinha ficaram para os meus irmãos mais novos, por isso tenho de andar descalça – disse com um ar triste.
- Olha, tenho aqui mesmo o que tu precisas.
A velhinha abriu o saco que transportava e mostrou-lhe dois pares de sapatos que tinha lá dentro e disse à menina:
- Tenho aqui dois pares de sapatos e podes escolher uns para ti, mas tens de escolher bem, porque só podes ficar com um par!
Um dos pares eram uns sapatos vermelhos, brilhantes, com um laçarote e um pequeno ta
cão.
- “Se eu ficar com estes sapatos, vou parecer uma princesa de verdade, a minha mãe nunca me vai poder comparar uns sapatos assim! Mas... se eu andar por aí com estes sapatos ainda vão pensar que os roubei, nunca ninguém vai acreditar que alguém mos ofereceu na floresta, além disso, não tenho roupa a condizer com o vestido...” - Pensou a menina.
Os outros sapatos tinham um aspecto rude e feio, eram parecidos com aqueles que costumava usar. Aparentemente eram só uns sapatos normais.
- “Estes sapatos não são bonitos e são iguais aos que sempre usei, mas se os escolher, ninguém vai duvidar que me foram oferecidos...”
A menina estava um pouco dividida, entre os sapatos vermelhos, que a iam fazer parecer uma princesa, mas que podiam pensar que os tinha roubado, ou entre uns sapatos feios e normais, provavelmente iguais aos que a mãe lhe comprava se tivesse dinheiro.
A velhinha esperava pacientemente pela decisão.
- Então querida, já te decidiste?
- Sim, vou levar estes.
Pegou então nos sapatos de aspecto rude e já com ar de velhos. A velhinha apenas lhe disse:
- Foi uma boa escolha.
Enquanto a rapariga olhava para os sapatos a velha já tinha desaparecido sem deixar rasto, não dando sequer oportunidade para lhe agradecer. A rapariga resolveu calçá-los, mas nesse momento surgem de dentro dos sapatos dois coelhinhos brancos!
- Nós somos os coelhinhos fofos – dizem em coro – vivemos dentro dos teus sapatos e sempre que nos calçares vai andar com os teus pés sempre quentes e fofos, podes andar o que quiseres, correr, saltar, brincar e nunca te vão doer os pés! E mais uma coisa: Se tu quiseres podemos durar toda a vida, pois mesmo que o teu pé cresça os sapatos crescem também, por isso vão-te servir sempre!
A menina ficou radiante de alegria e assim que calçou os seus sapatos novos correu para casa a contar a novidade à sua mãe. Ao chegar a casa disse entusiasticamente:
- Mãe, olha o que uma senhora me ofereceu, enquanto eu estava a apanhar lenha na floresta!
- Oh filha, estão tão contente, assim, o dinheiro que tinha poupado pode servir para comprar outras coisas que também precisamos. Mas antes que me esqueça, está uma senhora à tua espera dentro de casa, disse que tinha uma coisa para ti, mas que tinha que te entregar pessoalmente. Vai ver o quem é, não a deixes à espera.
A menina correu apressadamente para ver quem era, e assim que entrou estava uma linda jovem, com longos cabelos pretos e brilhantes e usava uma pequena tiara. A menina reconheceu-a como sendo a princesa, que morava no palácio no cimo da montanha, e com esta surpresa ficou imóvel e sem palavras.
- Não te assustes, vim aqui porque sei que sonhas ser uma princesa e porque hoje fize
ste uma boa escolha. Sabes, as verdadeiras princesas não são as que usam sapatos e vestidos bonitos, mas as que fazem boas decisões. Tu hoje fizeste uma boa escolha, não te deixaste levar pela vaidade, mas escolheste aquilo que era melhor e mais adequado ao teu dia a dia. Como recompensa, tenho aqui uma coisa para ti.
A princesa apresenta-lhe um embrulho, que a menina abre cautelosamente. No seu interior estava um lindo vestido de princesa e uns sapatos vermelhos, iguais aos que tinha visto na floresta.
- Muito obrigada! – disse a menina comovida – agora já posso ser uma princesa!

- E sempre que quiseres podes usar o vestido e ir visitar-me ao palácio.

Aquela criança agarrou-se à princesa num acto de gratidão.
- Agora tenho de ir – disse a princesa – espero que me vás visitar sempre que possas.
- Claro que vou, sempre que puder!
Quando se preparava para sair, a princesa levantou um pouco o seu vestido e a menina pode ver que a princesa usava uns sapatos iguais aos seus, os sapatos dos Coelhinhos Fofos! A princesa ao reparar para onde se dirigia o olhar da menina sorriu e piscou-lhe o olho.
Naquele momento a menina percebeu que não são os sapatos que fazem as princesas e nem sempre as coisas mais bonitas são as melhores, e as boas decisões, mais cedo ou mais tarde são recompensadas.



FIM

A natureza má das Pessoas

As pessoas por natureza são más. Elas:

- roubam
- mentem
- matam
- estragam
- desrespeitam tudo e todos

Se as pessoas não forem ensinadas e educadas a ter respeito pelas coisas dos outras e pelas que são do uso de todos nós, a única coisa que iriamos conseguir fazer eram só as acções anteriores. E mesmo com a melhor educação por vezes damos por nós a ter alguns destes actos. Educar e ensinar as futuras pessoas da sociedade é tarefa cada vez mais difícil, porque cada vez há mais pessoas a fazerem uso da sua natureza má, sem se preocuparem com isso.
É triste pensar nisto...