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quarta-feira, 7 de maio de 2008

O melhor país para se viver

A Islândia é considerado o melhor país para se viver.

O estudo é feito tendo em conta vários dados, como taxa de desemprego, índice de alfabetização, esperança média de vida, rendimento per capita etc.

Entre 177 países Portugal aparece em 29º. Durante seis anos a Noruega ocupou o 1º lugar da tabela.

Por outro lado o pior país para se viver é a Serra Leoa.

Mais informações em: http://diario.iol.pt/noticia.html?id=885341&div_id=4071



quarta-feira, 30 de abril de 2008

Lições a Aprender

As aparências enganam


Era uma vez uma menina muito pobre, mas muito sonhadora. Todos os dias sonhava que era uma linda princesa e que vivia num grande e belo palácio. Naquele dia, foi à floresta apanhar lenha, e no caminho encontrou uma velhinha que a cumprimentou.
- Olá menina, o que é que andas a fazer sozinha na floresta, e ainda por cima descalça?
A menina, envergonhada respondeu:
- Vim apanhar lenha para a minha mãe, e estou descalça porque nós somos muitos pobres e a minha mãe não tem dinheiro para me comprar sapatos novos. Como eu cresci, os sapatos que tinha ficaram para os meus irmãos mais novos, por isso tenho de andar descalça – disse com um ar triste.
- Olha, tenho aqui mesmo o que tu precisas.
A velhinha abriu o saco que transportava e mostrou-lhe dois pares de sapatos que tinha lá dentro e disse à menina:
- Tenho aqui dois pares de sapatos e podes escolher uns para ti, mas tens de escolher bem, porque só podes ficar com um par!
Um dos pares eram uns sapatos vermelhos, brilhantes, com um laçarote e um pequeno ta
cão.
- “Se eu ficar com estes sapatos, vou parecer uma princesa de verdade, a minha mãe nunca me vai poder comparar uns sapatos assim! Mas... se eu andar por aí com estes sapatos ainda vão pensar que os roubei, nunca ninguém vai acreditar que alguém mos ofereceu na floresta, além disso, não tenho roupa a condizer com o vestido...” - Pensou a menina.
Os outros sapatos tinham um aspecto rude e feio, eram parecidos com aqueles que costumava usar. Aparentemente eram só uns sapatos normais.
- “Estes sapatos não são bonitos e são iguais aos que sempre usei, mas se os escolher, ninguém vai duvidar que me foram oferecidos...”
A menina estava um pouco dividida, entre os sapatos vermelhos, que a iam fazer parecer uma princesa, mas que podiam pensar que os tinha roubado, ou entre uns sapatos feios e normais, provavelmente iguais aos que a mãe lhe comprava se tivesse dinheiro.
A velhinha esperava pacientemente pela decisão.
- Então querida, já te decidiste?
- Sim, vou levar estes.
Pegou então nos sapatos de aspecto rude e já com ar de velhos. A velhinha apenas lhe disse:
- Foi uma boa escolha.
Enquanto a rapariga olhava para os sapatos a velha já tinha desaparecido sem deixar rasto, não dando sequer oportunidade para lhe agradecer. A rapariga resolveu calçá-los, mas nesse momento surgem de dentro dos sapatos dois coelhinhos brancos!
- Nós somos os coelhinhos fofos – dizem em coro – vivemos dentro dos teus sapatos e sempre que nos calçares vai andar com os teus pés sempre quentes e fofos, podes andar o que quiseres, correr, saltar, brincar e nunca te vão doer os pés! E mais uma coisa: Se tu quiseres podemos durar toda a vida, pois mesmo que o teu pé cresça os sapatos crescem também, por isso vão-te servir sempre!
A menina ficou radiante de alegria e assim que calçou os seus sapatos novos correu para casa a contar a novidade à sua mãe. Ao chegar a casa disse entusiasticamente:
- Mãe, olha o que uma senhora me ofereceu, enquanto eu estava a apanhar lenha na floresta!
- Oh filha, estão tão contente, assim, o dinheiro que tinha poupado pode servir para comprar outras coisas que também precisamos. Mas antes que me esqueça, está uma senhora à tua espera dentro de casa, disse que tinha uma coisa para ti, mas que tinha que te entregar pessoalmente. Vai ver o quem é, não a deixes à espera.
A menina correu apressadamente para ver quem era, e assim que entrou estava uma linda jovem, com longos cabelos pretos e brilhantes e usava uma pequena tiara. A menina reconheceu-a como sendo a princesa, que morava no palácio no cimo da montanha, e com esta surpresa ficou imóvel e sem palavras.
- Não te assustes, vim aqui porque sei que sonhas ser uma princesa e porque hoje fize
ste uma boa escolha. Sabes, as verdadeiras princesas não são as que usam sapatos e vestidos bonitos, mas as que fazem boas decisões. Tu hoje fizeste uma boa escolha, não te deixaste levar pela vaidade, mas escolheste aquilo que era melhor e mais adequado ao teu dia a dia. Como recompensa, tenho aqui uma coisa para ti.
A princesa apresenta-lhe um embrulho, que a menina abre cautelosamente. No seu interior estava um lindo vestido de princesa e uns sapatos vermelhos, iguais aos que tinha visto na floresta.
- Muito obrigada! – disse a menina comovida – agora já posso ser uma princesa!

- E sempre que quiseres podes usar o vestido e ir visitar-me ao palácio.

Aquela criança agarrou-se à princesa num acto de gratidão.
- Agora tenho de ir – disse a princesa – espero que me vás visitar sempre que possas.
- Claro que vou, sempre que puder!
Quando se preparava para sair, a princesa levantou um pouco o seu vestido e a menina pode ver que a princesa usava uns sapatos iguais aos seus, os sapatos dos Coelhinhos Fofos! A princesa ao reparar para onde se dirigia o olhar da menina sorriu e piscou-lhe o olho.
Naquele momento a menina percebeu que não são os sapatos que fazem as princesas e nem sempre as coisas mais bonitas são as melhores, e as boas decisões, mais cedo ou mais tarde são recompensadas.



FIM

A natureza má das Pessoas

As pessoas por natureza são más. Elas:

- roubam
- mentem
- matam
- estragam
- desrespeitam tudo e todos

Se as pessoas não forem ensinadas e educadas a ter respeito pelas coisas dos outras e pelas que são do uso de todos nós, a única coisa que iriamos conseguir fazer eram só as acções anteriores. E mesmo com a melhor educação por vezes damos por nós a ter alguns destes actos. Educar e ensinar as futuras pessoas da sociedade é tarefa cada vez mais difícil, porque cada vez há mais pessoas a fazerem uso da sua natureza má, sem se preocuparem com isso.
É triste pensar nisto...

sexta-feira, 4 de abril de 2008

Visitas ao Blog

Quero desde já agradecer a todos aqueles que já visitaram, ou que visitam este blog com alguma frequência. Desde que coloquei no blog um pequeno contador que me indica o número de visitantes que estão naquele momento a visitar esta página, descobri algo muito mais interessante. Quando carrego nesse contador ele indica de que parte do mundo é que são as pessoas que estão a ler o blog. Faço portanto o meu agradecimento a todos os brasileiros que demonstraram interesse por este site, e que até já deixaram o seu comentário. Fico muito contente por isso e espero que o número de visitantes aumente e que além de visitantes de Portugal e do Brasil possa também ter visitantes de outros países do mundo, pois há muitas pessoas de fala portuguesa espalhadas pela Europa e por outros lados do mundo!

A todos, novamente, o meu Muito Obrigada!


Telemóveis

Telemóveis, ou celulares. Pequenos objectos que fazem parte do nosso dia a dia e sem os quais já não conseguimos viver. Com câmara, bluetooth, 3G, Mp3 e uma série de outras ferramentas, úteis, ou talvez não. A vedade é que os telemóveis não foram feitos para durar muito tempo, apenas o tempo essencial até uma nova marca conseguir colocar num telemóvel uma nova funcionalidade e nos convencer a mandar o nosso para a reforma ou a trocá-lo na retoma. Depois ficamos lá em casa com uma vasta colecção de telemóveis e carregadores, talvez até a funcionar em condições, mas sem utilidade aparente. Depois da minha sondagem, deu para perceber que 83% dos votos foram de pessoas que já trocaram de telemóvel pelo menos 3 vezes, ou seja que já tiveram no mínimo 4 telemóveis. Estes dados são muito relativos, uma vez que fica-se sem saber há quantos anos é que cada uma das pessoas que votou usa telemóvel, mas é interessante saber que todos somos influenciados pela moda dos telemóveis, pelas suas funcionalidades excessivas e pelo seu curto tempo de vida, que nos leva a querer sempre melhor, quer tenha ou não utilidade.

segunda-feira, 31 de março de 2008

Lisboa é complicada

Isto de ter nascido saloia, às vezes é embaraçoso, e hilariante para quem está de fora a ver. As coisas por aqui são sempre pacatas, e quando se vai à capital, principalmente a sítios aos quais não conhecemos faz-se sempre figuras engraçadas, desde andar de metro, atravessar a estrada ou andar à procura dos sítios.
Há uns dias fui a Lisboa e tinha que ir para um local que ficava em frente à Biblioteca Nacional, então perguntei onde ficava a Biblioteca para depois poder atravessar a estrada e localizar o edifício que ficava em frente, mas isso não foi tarefa fácil... Atravessar a estrada em Lisboa é coisa que se pode ser muito complicada, principalmente quando não há passadeiras, pensava eu que podia atravessar com facilidade, quando na realidade tive que voltar tudo tudo para trás para encontrar uma passadeira, para então atravessar e andar tudo outra vez para cima, mas desta vez do lado correcto da estrada! Ia lá eu adivinhar...

Passado dois dias uma situação parecida aconteceu, vi uma placa com o nome da rua que procurava e segui por lá, mas vi-me forçada a voltar tudo para trás porque o edifício que procurava era no sentido contrário ao que tinha ido (a avenida afinal era maior do que eu pensava...). Num prédio com escadas, elevadores e letras o à vontade era pouco, mas lá dei com o sítio que queria, no regresso para a estação fiz o mesmo caminho que tinha feito para lá, quando atravesso a estrada e vejo que não precisava de o fazer, porque a estação era do lado da estrada onde tinha saído... Que confusão, atravesso a estrada quando não preciso e não atravesso quando preciso!

Lisboa é complicada!

segunda-feira, 17 de março de 2008

Pintas, pintas, pintas

No filme dos 101 Dálmatas, feito em 1961, quando ainda não haviam computadores para ajudar a fazer os filmes de desenhos animados, a equipa de animadores do Walt Disney teve de desenhar seis milhões, quatrocentas e sessenta e nove mil, novecentas e cinquenta e duas pintas correspondentes aos 101 cães. O cão, Pongo, tem 72 pintas, a cadela, Pepita, 68 e cada um dos 99 cachorrinhos 32 pintas. O filme tem 77 minutos, dái o número elevado de pintas!


domingo, 9 de março de 2008

Toca do Javali

Na passada 3ªF, dia 4 de Março de 2008, fui a um restuarante muito interessante. "A Toca do Javali", um recatado restaurante em S. Pedro de Sintra, muito acolhedor. Assim que eu e a minha cara metade entramos, deram-nos uma mesa a escolher e, talvez seja impressão minha, mas tive a ideia de que fomos rodeados por três empregados, um que tirou os pratos a mais da mesa, o outro que acendeu a vela do candeeiro e ainda outro que ajeitou a mesa adjacente à nossa que servia de apoio. Parece um daqueles restaurantes que se vêm nos filmes quando o galã vai fazer uma proposta de casamento à amada. O ambiente não podia ter sido mais bem escolhido, só mesmo se reservássemos o restaurante, pois tivemos sozinhos o tempo todo, com o mesmo empregado a servir-nos (que segundo percebemos era o dono).


A especialidade são os pratos de javali e veado, mas também têm outros pratos igualmente bons. As doses são relativamente pequenas, mas enchem bastante e a acompanhar têm molhos diferentes... Este restaurante tem uma particularidade, à excepção do queijo e da manteiga (que não lhes é permitido fazer) tudo o resto é feito por eles, desde as entradas, (um paté de aves delicioso, mesmo para quem não aprecia patés), o pão e acabando nas sobremesas, que não são aqueles típicos doces e gelados da Olá, mas são tudo sobremesas caseiras e deliciosas!


O preço confesso que não é muito convidativo, duas pessoas foi 50€, mas aconselho em ir, num dia ou ocasião especial, e vale a pena todo o dinheiro que lá se deixa. Não é o típico restaurante para ir com os amigos, é algo muito recatado, para quem aprecia boa comida, bom serviço e um ambiente sossegado.


Aconselho.


Morada:

Toca do Javali

Rua 1º Dezembro, 16 B

São Pedro de Sintra

Sintra



Telefone: 21 923 35 03


Refeições Diárias

De acordo com a minha sondagem, sobre o número de refeições diárias, das quinze pessoas que votaram oito delas fazem quatro refeições diárias, o que é bastante saudável, resta agora saber o que comem em cada uma dessas refeições e em que quantidade. No entanto, é interessante saber que a maioria dos leitores do meu blog preocupa-se em fazer várias refeições por dia como um hábito saudável.


A todos o meu obrigado por terem participado. Brevemente colocarei uma nova sondagem para participarem novamente!

segunda-feira, 3 de março de 2008

A água tem ou não tem sabor?

Por vezes quando bebemos água da torneira notamos que sabe a ferro ou a lixívia e não gostamos. Porque uma água normal, à partida, não tem sabor. Mas será que não tem mesmo? Então porque é que conseguimos distinguir as águas umas das outras? Porque é que a água engarrafada não é toda igual? Não é só por causa da maciez, ou de estar ou não tratada, mas tem também a ver com a quantidade de componentes em cada água que a torna distinguível por pessoas com um paladar mais apurado. Quando dizemos: “este sumo está muito aguado”, quer dizer que o sabor da água prevalece ao do sumo, ou quer dizer que “quase não tem sabor”, mas é verdade é que entre todas as bebidas que conhecemos conseguimos distingui-las pelo seu sabor, e se provarmos água também reconhecemos o que é então, é porque a água tem sabor, mas esse sabor não se pode comparar com mais nada, porque é água! Apenas conseguimos comparar outras bebidas com água, porque têm pouco sabor de uma outra substância que conhecemos. Por isso segundo o meu raciocínio... A ÁGUA TEM SABOR!