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sexta-feira, 4 de abril de 2008

Visitas ao Blog

Quero desde já agradecer a todos aqueles que já visitaram, ou que visitam este blog com alguma frequência. Desde que coloquei no blog um pequeno contador que me indica o número de visitantes que estão naquele momento a visitar esta página, descobri algo muito mais interessante. Quando carrego nesse contador ele indica de que parte do mundo é que são as pessoas que estão a ler o blog. Faço portanto o meu agradecimento a todos os brasileiros que demonstraram interesse por este site, e que até já deixaram o seu comentário. Fico muito contente por isso e espero que o número de visitantes aumente e que além de visitantes de Portugal e do Brasil possa também ter visitantes de outros países do mundo, pois há muitas pessoas de fala portuguesa espalhadas pela Europa e por outros lados do mundo!

A todos, novamente, o meu Muito Obrigada!


Telemóveis

Telemóveis, ou celulares. Pequenos objectos que fazem parte do nosso dia a dia e sem os quais já não conseguimos viver. Com câmara, bluetooth, 3G, Mp3 e uma série de outras ferramentas, úteis, ou talvez não. A vedade é que os telemóveis não foram feitos para durar muito tempo, apenas o tempo essencial até uma nova marca conseguir colocar num telemóvel uma nova funcionalidade e nos convencer a mandar o nosso para a reforma ou a trocá-lo na retoma. Depois ficamos lá em casa com uma vasta colecção de telemóveis e carregadores, talvez até a funcionar em condições, mas sem utilidade aparente. Depois da minha sondagem, deu para perceber que 83% dos votos foram de pessoas que já trocaram de telemóvel pelo menos 3 vezes, ou seja que já tiveram no mínimo 4 telemóveis. Estes dados são muito relativos, uma vez que fica-se sem saber há quantos anos é que cada uma das pessoas que votou usa telemóvel, mas é interessante saber que todos somos influenciados pela moda dos telemóveis, pelas suas funcionalidades excessivas e pelo seu curto tempo de vida, que nos leva a querer sempre melhor, quer tenha ou não utilidade.

segunda-feira, 31 de março de 2008

Lisboa é complicada

Isto de ter nascido saloia, às vezes é embaraçoso, e hilariante para quem está de fora a ver. As coisas por aqui são sempre pacatas, e quando se vai à capital, principalmente a sítios aos quais não conhecemos faz-se sempre figuras engraçadas, desde andar de metro, atravessar a estrada ou andar à procura dos sítios.
Há uns dias fui a Lisboa e tinha que ir para um local que ficava em frente à Biblioteca Nacional, então perguntei onde ficava a Biblioteca para depois poder atravessar a estrada e localizar o edifício que ficava em frente, mas isso não foi tarefa fácil... Atravessar a estrada em Lisboa é coisa que se pode ser muito complicada, principalmente quando não há passadeiras, pensava eu que podia atravessar com facilidade, quando na realidade tive que voltar tudo tudo para trás para encontrar uma passadeira, para então atravessar e andar tudo outra vez para cima, mas desta vez do lado correcto da estrada! Ia lá eu adivinhar...

Passado dois dias uma situação parecida aconteceu, vi uma placa com o nome da rua que procurava e segui por lá, mas vi-me forçada a voltar tudo para trás porque o edifício que procurava era no sentido contrário ao que tinha ido (a avenida afinal era maior do que eu pensava...). Num prédio com escadas, elevadores e letras o à vontade era pouco, mas lá dei com o sítio que queria, no regresso para a estação fiz o mesmo caminho que tinha feito para lá, quando atravesso a estrada e vejo que não precisava de o fazer, porque a estação era do lado da estrada onde tinha saído... Que confusão, atravesso a estrada quando não preciso e não atravesso quando preciso!

Lisboa é complicada!

segunda-feira, 17 de março de 2008

Pintas, pintas, pintas

No filme dos 101 Dálmatas, feito em 1961, quando ainda não haviam computadores para ajudar a fazer os filmes de desenhos animados, a equipa de animadores do Walt Disney teve de desenhar seis milhões, quatrocentas e sessenta e nove mil, novecentas e cinquenta e duas pintas correspondentes aos 101 cães. O cão, Pongo, tem 72 pintas, a cadela, Pepita, 68 e cada um dos 99 cachorrinhos 32 pintas. O filme tem 77 minutos, dái o número elevado de pintas!


domingo, 9 de março de 2008

Toca do Javali

Na passada 3ªF, dia 4 de Março de 2008, fui a um restuarante muito interessante. "A Toca do Javali", um recatado restaurante em S. Pedro de Sintra, muito acolhedor. Assim que eu e a minha cara metade entramos, deram-nos uma mesa a escolher e, talvez seja impressão minha, mas tive a ideia de que fomos rodeados por três empregados, um que tirou os pratos a mais da mesa, o outro que acendeu a vela do candeeiro e ainda outro que ajeitou a mesa adjacente à nossa que servia de apoio. Parece um daqueles restaurantes que se vêm nos filmes quando o galã vai fazer uma proposta de casamento à amada. O ambiente não podia ter sido mais bem escolhido, só mesmo se reservássemos o restaurante, pois tivemos sozinhos o tempo todo, com o mesmo empregado a servir-nos (que segundo percebemos era o dono).


A especialidade são os pratos de javali e veado, mas também têm outros pratos igualmente bons. As doses são relativamente pequenas, mas enchem bastante e a acompanhar têm molhos diferentes... Este restaurante tem uma particularidade, à excepção do queijo e da manteiga (que não lhes é permitido fazer) tudo o resto é feito por eles, desde as entradas, (um paté de aves delicioso, mesmo para quem não aprecia patés), o pão e acabando nas sobremesas, que não são aqueles típicos doces e gelados da Olá, mas são tudo sobremesas caseiras e deliciosas!


O preço confesso que não é muito convidativo, duas pessoas foi 50€, mas aconselho em ir, num dia ou ocasião especial, e vale a pena todo o dinheiro que lá se deixa. Não é o típico restaurante para ir com os amigos, é algo muito recatado, para quem aprecia boa comida, bom serviço e um ambiente sossegado.


Aconselho.


Morada:

Toca do Javali

Rua 1º Dezembro, 16 B

São Pedro de Sintra

Sintra



Telefone: 21 923 35 03


Refeições Diárias

De acordo com a minha sondagem, sobre o número de refeições diárias, das quinze pessoas que votaram oito delas fazem quatro refeições diárias, o que é bastante saudável, resta agora saber o que comem em cada uma dessas refeições e em que quantidade. No entanto, é interessante saber que a maioria dos leitores do meu blog preocupa-se em fazer várias refeições por dia como um hábito saudável.


A todos o meu obrigado por terem participado. Brevemente colocarei uma nova sondagem para participarem novamente!

segunda-feira, 3 de março de 2008

A água tem ou não tem sabor?

Por vezes quando bebemos água da torneira notamos que sabe a ferro ou a lixívia e não gostamos. Porque uma água normal, à partida, não tem sabor. Mas será que não tem mesmo? Então porque é que conseguimos distinguir as águas umas das outras? Porque é que a água engarrafada não é toda igual? Não é só por causa da maciez, ou de estar ou não tratada, mas tem também a ver com a quantidade de componentes em cada água que a torna distinguível por pessoas com um paladar mais apurado. Quando dizemos: “este sumo está muito aguado”, quer dizer que o sabor da água prevalece ao do sumo, ou quer dizer que “quase não tem sabor”, mas é verdade é que entre todas as bebidas que conhecemos conseguimos distingui-las pelo seu sabor, e se provarmos água também reconhecemos o que é então, é porque a água tem sabor, mas esse sabor não se pode comparar com mais nada, porque é água! Apenas conseguimos comparar outras bebidas com água, porque têm pouco sabor de uma outra substância que conhecemos. Por isso segundo o meu raciocínio... A ÁGUA TEM SABOR!

Sabiam que...

A madeira dos paus de gelado é feita de faia, porque esta madeira além de barata não tem sabor, daí utilizada pela indústria alimentar.
Curioso...

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008

O Índio e a Árvore

Era uma vez uma árvore, que, quando deu conta da sua existência era uma pequena sequóia com semanas de vida, numa floresta com árvores gigantescas, que já lá viviam à centenas de anos, eram tão grandes e altas que pareciam tocar o céu. “Um dia também vou ser assim, vou tocar no céu e ser maior que todas estas árvores!” pensou a pequena sequóia. Este era o seu maior desejo, a única coisa que a sua visão lhe permitia contemplar, eram as sombras das outras árvores, alguns feixes de luz que se escapavam por entre as ramagens e a margem do lago. “Este lago é especial” dizia a pequena árvore. Dizia isto sem saber quão especial era o lago ou o que lhe poderia trazer de bom, e assim a sequóia continuava a sonhar com o seu futuro.

Os dias passaram, seguidos de meses e anos. Os anos foram tão longos que fizeram séculos. Neste recanto secreto da floresta as coisas permaneciam iguais. O lago continuava com a sua aparência ‘especial’, e as árvores gigantescas permaneciam no mesmo sítio, com as suas majestosas dimensões inalteradas. Apenas uma coisa estava diferente. A pequena sequóia, já não era pequena, tinha crescido, e cresceu tanto, mas tanto que ficou maior que todas as árvores da floresta. Tal como era o seu desejo. Até então, esta, agora majestosa árvore, nunca tinha podido contemplar a beleza do seu lago que considerava tão especial. E era de facto especial. Tinha uma presença misteriosa, muita vegetação densa ao seu redor, e a sua água uns tons de azul, verde e com uns toques de negro que se misturavam na perfeição.

Um dia na calmaria dos momentos que se passavam naquela floresta, apareceu um pequeno menino índio na sua canoa. O menino parecia estar perdido e ao mesmo tempo maravilhado com aquele recanto da floresta que tinha acabado de descobrir. Ao chegar à margem, explorou com o seu olhar a vegetação que o cercava, e passeou-se entre as árvores até ir de encontro à maior árvore da floresta. O pequeno índio parecia ainda mais pequeno na presença de uma árvore tão grande. “Tu és a maior árvore desta floresta.” Disse o índio à árvore. “O meu nome é Tupi. E eu quero que tu sejas a minha árvore ‘especial’! Mas para isso precisas de ter um nome. Deixa cá ver... Já sei! Vais ser a árvore Kapi!”” Ao ouvir isto a árvore agitou levemente a sua folhagem, como que maravilhada com tal criatura e com o facto de querer ser seu amigo, e melhor ainda, agora ela tinha um nome, o que a tornava única em relação às outras árvores da sua espécie. “Andei a passear de canoa e acho que me perdi, por isso vou tentar subir até ao teu topo, para poder ver o caminho de volta. Mas ainda bem que me perdi, porque assim encontrei-te!” Palavras doces para esta árvore centenária agora com nome. No entanto estava um pouco receosa ao saber que Tupi queria subir por ela. Nunca ninguém, nem nenhum animal, alguma vez tinha tentado tal coisa. Mas este ágil índio, sem medo algum das alturas, conseguiu fazê-lo com uma estranha facilidade. Ao chegar a um galho bem alto, pode ver todo o lago e o caminho por onde tinha vindo. “Já sei por onde tenho de ir, daqui vê-se o caminho de regresso. Obrigado Kapi, agora tenho de ir antes que fique de noite e fiquem preocupados comigo lá na aldeia, mas amanha volto para te visitar.” E com a mesma facilidade com que subiu assim desceu. Naquele momento aquela árvore desejou falar, para poder agradecer a Tupi e ao lago por aquele dia tão especial.

No dia seguinte, lá estava outra vez o pequeno índio brincalhão. Mas desta vez não subiu até ao topo, ficou a brincar e a correr ao redor da árvore e falou, falou, falou, falou tudo o que quis e disse tudo o que lhe vinha à cabeça. Kapi tinha-se tornado a sua nova confidente. Os dias foram-se passando nesta rotina, e embora a árvore se mantivesse na mesma, o passar dos anos faziam-se notar em Tupi, que já não tinha aparência de criança, mas era agora um jovem índio adulto, robusto e cheio de força e vitalidade. Mas o seu carinho por Kapi mantinha-se, bem como as visitas diárias. Um dia o jovem índio trouxe outra pessoa consigo, era uma criança recém nascida. O primeiro filho de Tupi. Naquele momento a árvore sentiu-se pequena, como tinha sido nos seus primeiros dias de vida, ao contemplar aquela pequena criatura. A partir daquele momento Tupi tinha iniciado uma tradição secreta que apenas seria revelado ao primeiro filho que nascesse de cada casal da sua descendência. Assim, Kapi viu passar diante de si vários descendentes de Tupi, todos eles com a vitalidade do seu antepassado e com o carinho especial pela natureza e por Kapi.

Este era, e seria sempre, o segredo mais bem guardado entre os humanos e uma árvore.

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2008

Os nomes dos dedos

Todos nós sabemos os nomes dos dedos da nossa mão. Mínimo, anelar, médio, indicador e polegar. Mas existe uma "brincadeira" muito mais gira para sabermos o nome deles! Talvez já conheçam...

(a contar da esquerda para a direita)


"Dedo mindinho, seu vizinho, pai de todos, fura bolos e mata piolhos."




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Curioso...