Curioso...
equóia com semanas de vida, numa floresta com árvores gigantescas, que já lá viviam à centenas de anos, eram tão grandes e altas que pareciam tocar o céu. “Um dia também vou ser assim, vou tocar no céu e ser maior que todas estas árvores!” pensou a pequena sequóia. Este era o seu maior desejo, a única coisa que a sua visão lhe permitia contemplar, eram as sombras das outras árvores, alguns feixes de luz que se escapavam por entre as ramagens e a margem do lago. “Este lago é especial” dizia a pequena árvore. Dizia isto sem saber quão especial era o lago ou o que lhe poderia trazer de bom, e assim a sequóia continuava a sonhar com o seu futuro.
séculos. Neste recanto secreto da floresta as coisas permaneciam iguais. O lago continuava com a sua aparência ‘especial’, e as árvores gigantescas permaneciam no mesmo sítio, com as suas majestosas dimensões inalteradas. Apenas uma coisa estava diferente. A pequena sequóia, já não era pequena, tinha crescido, e cresceu tanto, mas tanto que ficou maior que todas as árvores da floresta. Tal como era o seu desejo. Até então, esta, agora majestosa árvore, nunca tinha podido contemplar a beleza do seu lago que considerava tão especial. E era de facto especial. Tinha uma presença misteriosa, muita vegetação densa ao seu redor, e a sua água uns tons de azul, verde e com uns toques de negro que se misturavam na perfeição.
r à margem, explorou com o seu olhar a vegetação que o cercava, e passeou-se entre as árvores até ir de encontro à maior árvore da floresta. O pequeno índio parecia ainda mais pequeno na presença de uma árvore tão grande. “Tu és a maior árvore desta floresta.” Disse o índio à árvore. “O meu nome é Tupi. E eu quero que tu sejas a minha árvore ‘especial’! Mas para isso precisas de ter um nome. Deixa cá ver... Já sei! Vais ser a árvore Kapi!”” Ao ouvir isto a árvore agitou levemente a sua folhagem, como que maravilhada com tal criatura e com o facto de querer ser seu amigo, e melhor ainda, agora ela tinha um nome, o que a tornava única em relação às outras árvores da sua espécie. “Andei a passear de canoa e acho que me perdi, por isso vou tentar subir até ao teu topo, para poder ver o caminho de volta. Mas ainda bem que me perdi, porque assim encontrei-te!” Palavras doces para esta árvore centenária agora com nome. No entanto estava um pouco receosa ao saber que Tupi queria subir por ela. Nunca ninguém, nem nenhum animal, alguma vez tinha tentado tal coisa. Mas este ágil índio, sem medo algum das alturas, conseguiu fazê-lo com uma estranha facilidade. Ao chegar a um galho bem alto, pode ver todo o lago e o caminho por onde tinha vindo. “Já sei por onde tenho de ir, daqui vê-se o caminho de regresso. Obrigado Kapi, agora tenho de ir antes que fique de noite e fiquem preocupados comigo lá na aldeia, mas amanha volto para te visitar.” E com a mesma facilidade com que subiu assim desceu. Naquele momento aquela árvore desejou falar, para poder agradecer a Tupi e ao lago por aquele dia tão especial.
(a contar da esquerda para a direita)
Todos nós já notamos que o tempo ultimamente parece que passa mais rápido, mas ninguém sabe explicar porquê. O motivo é simples. O Tempo está com medo. Medo de quê? Perguntam vocês. Bem, vamos ler a história.
Algumas pessoas no inverno sofrem de uma coisa muito incómoda que se chama frieiras. Eu sou uma dessas pessoas, e por esse motivo resolvi procurar mais informação sobre este assunto e fiquei a saber de o facto de ser mulher e de viver num clima rural com muita humidade são factores que ajudam ao aparecimento destas coisas chatas, que fazem comichão quando há calor e fazem doer quanto há frio.
a vaga de frio, por isso não arrumem a roupa e os agasalhos quentes, e não se ponham já com ideias de andar só de camisolinha fininha na rua. È aconselhável continuar a comer muita fruta e alimentos ricos em Vitamina C e não deixem de lado a hidratação das partes do nosso corpo que estão constantemente sujeitas ao frio e ao calor, como a cara, os lábios e as mãos, que estão muito sujeitos ao cieiro.