Não vou dizer que são todos, apenas alguns portugueses agem sem se preocuparem com os outros e se po
dem ou não estar a incomodar. Isso traduz-se pela forma como arrumam o carro, por exemplo, sempre da maneira que lhes és mais prática, sem terem em conta de que estão a impedir a entrada e saída de veículos para garagens (que é o acontece aqui na minha rua), tudo porque querem ir ao café de carro, e não o querem deixar longe. Mas este facilitismo é a dificuldade dos outros, neste caso o meu, que sempre que quero sair tenho de ir à procura nos cafés e nas lojas do dono do carro, para que ele, desvie o carro, ou o arrume de forma a facilitar e entrada e saída de outras viaturas (quando o podia ter feito logo assim que chegou). A emergência dessas pessoas muitas vezes é ir beber um café ou comprar SÓ uma garrafinha de água na loja, mas a minha emergência numa certa altura pode ser algo muito mais importante e depois recebemos um "Ai, desculpe...", mas no dia seguinte o mesmo volta a acontecer...
dem ou não estar a incomodar. Isso traduz-se pela forma como arrumam o carro, por exemplo, sempre da maneira que lhes és mais prática, sem terem em conta de que estão a impedir a entrada e saída de veículos para garagens (que é o acontece aqui na minha rua), tudo porque querem ir ao café de carro, e não o querem deixar longe. Mas este facilitismo é a dificuldade dos outros, neste caso o meu, que sempre que quero sair tenho de ir à procura nos cafés e nas lojas do dono do carro, para que ele, desvie o carro, ou o arrume de forma a facilitar e entrada e saída de outras viaturas (quando o podia ter feito logo assim que chegou). A emergência dessas pessoas muitas vezes é ir beber um café ou comprar SÓ uma garrafinha de água na loja, mas a minha emergência numa certa altura pode ser algo muito mais importante e depois recebemos um "Ai, desculpe...", mas no dia seguinte o mesmo volta a acontecer...Será que isto é próprio da cultura portuguesa? Ou será que este sentimento de egoísmo é resultado de uma sociedade cada vez mais consumista e indivudualista, onde os actos de solidariedade são muitas vezes uma fachada para mascarar uma vida de podridão.
E vocês? Preocupam-se em respeitar os públicos e em facililar a vida uns dos outros?
Vamos respeitar primeiro para podemos ser respeitados depois.
É esta a lei da vida há já milhões de anos, temos que semear primeiro para colher depois.
É curioso pensar nisto...









